A raça autóctone
Bísaro.
O porco da nossa terra, antes de ser fumeiro.
De orelhas grandes e andar pausado, o Bísaro é o porco que sempre se criou nas aldeias do Norte de Portugal. É com ele, e só com ele, que fazemos o nosso fumeiro.

Na primeira pessoa
O Bísaro, contado por quem o cria.
Dário Mendes mostra-lhe onde tudo começa: no Planalto de Mogadouro, onde os nossos porcos Bísaro crescem ao ar livre e onde fazemos tudo, da criação à transformação.
- 100% carne de porco Bísaro, raça autóctone portuguesa
- Da criação à transformação, tudo feito por nós
- Ao ar livre, com espaço e tempo, e uma alimentação ligada à agricultura local
À vista desarmada
Como reconhecer um Bísaro
Orelhas que tapam os olhos
Grandes e caídas para a frente, são o sinal mais fácil de reconhecer.
Pelagem malhada
Preta, branca ou malhada, com cerdas compridas e grossas.
Corpo alto e comprido
Pernas altas e dorso arqueado: um porco feito para andar.
Cresce devagar
Demora mais tempo a fazer-se do que as raças de criação intensiva.


História
A história de uma raça antiga.
- Origem
- Descende dos porcos de tipo céltico que povoaram o Noroeste da Península Ibérica.
- Séculos
- Durante gerações foi o porco das casas de lavoura do Norte: criado ao longo do ano, morto no inverno e guardado no fumeiro.
- Século XX
- Foi sendo trocado por raças estrangeiras, que crescem mais depressa, e esteve perto de desaparecer.
- Hoje
- Voltou a ser criado por produtores do Norte e é reconhecido como raça autóctone portuguesa.

A nossa criação
Como criamos os nossos
Os nossos porcos são criados em Tó, no concelho de Mogadouro, e alimentados com [alimentação]. Crescem ao seu ritmo, sem pressas.
- meses até ao abate
- [N]
- ao ar livre
- [N] ha
Porque é que se nota à mesa
Gordura entremeada
A gordura fica no meio da carne, e é ela que dá sabor e suculência.
Carne firme
Um porco que cresce devagar e anda dá uma carne mais firme e de cor mais viva.
Feita para o fumeiro
É a carne com que sempre se fez o fumeiro transmontano.


